O que é a Nasirutha
O que é a NasiruthaNASIRUTHA
O Caminho, a Verdade, a Vida, o Bem e o Belo
Introdução
A Nasirutha não é apenas um ensinamento, mas o Caminho de restauração da consciência humana, uma tradição viva que resgata aquilo que Jesus ensinou antes das distorções religiosas posteriores, devolvendo ao ser humano a sua dignidade original como Filho e Filha de Deus. Trata-se de um chamado à vida plena, à justiça, à Verdade interior e à manifestação concreta do Reino de Deus entre os homens.
Origem etimológica
A palavra Nasirutha, em aramaico, significa “preservação”, “guarda fiel” ou ainda “Tradição dos Mistérios”. Ela expressa o compromisso de revelar o que estava oculto, conduzindo o ser humano do desconhecimento para a consciência plena de Filho e Filha de Deus.
Aquele que vive e manifesta essa tradição é chamado Nasareno (Nasraya / Nasaria): não apenas alguém de um lugar, mas alguém que preserva, vive e transmite os Mistérios do Reino revelados por Jesus.
O que é o ser humano segundo a Nasirutha
Para a Nasirutha, todo ser humano, filho e filha de Adão, é em sua essência Mushlama: completo, íntegro, perfeito. Era exatamente desta forma que via Jesus aos seus irmãos e irmãs judeus, filhos de Abrahão. E ele mesmo admitia que era a fé deles mesmos que os curavam e não por ele mesmo.
O ser humano nasce isento de pecado, doença, morte e de qualquer outra imagem de sofrimento. Esses estados não pertencem à Natureza Divina do homem, mas são atraídos pela alma, a mente, quando ela se afasta da Verdade da Vida.
Ao transformar a mente, o corpo também se transforma. O sofrimento não é um destino, mas uma ilusão produzida pela consciência distorcida.
Vivemos em um mundo que constantemente alimenta a alma com medo, tragédia, escassez e morte, sobretudo por meio da mídia e de estruturas opressoras. Isso gera identificação com o negativo e o atrai para a própria vida.
Ser Nasareno é retornar ao estado Mushlama, afirmando com consciência: “Sou Filho/Filha de Deus, isento de pecado, doença e morte e de qualquer outra imagem de sofrimento.” Quando essa Verdade é assumida, o sofrimento retorna ao seu nada original, pois nunca pertenceu à Essência Humana.
Os cinco pilares da Nasirutha
1. Sedakah
Sedakah significa “justiça social”. Amor sem justiça é paixão, ou seja, é falso; Sedakah é o verdadeiro amor em ação.
Todo Nasareno participa da expansão do Reino de Deus por meio da justiça social. Diferentemente das instituições religiosas que exigem o dízimo, prática ligada ao antigo Templo de Jerusalém, hoje inexistente, Jesus instituiu a Sedakah como princípio permanente.
Na Nasirutha, a Sedakah é a contribuição mensal de 3% dos ganhos, não como caridade opcional, mas como dever espiritual. Sedakah não é esmola, muito menos caridade: é devolver ao outro aquilo que lhe foi tomado por um mundo injusto. Ela purifica nossa relação com o dinheiro, combate o egoísmo, reduz desigualdades, mantém a equanimidade e nos lembra que toda riqueza pertence a Deus.
A Sedakah é entregue ao rabino da comunidade, assim como nos tempos apostólicos, para ser administrada em favor dos pobres, necessitados, recém-convertidos em dificuldade financeira, endividados, manutenção comunitária e auxílio a viajantes e exilados.
Na Nasirutha, a Sedakah é de 3% porque Jesus aboliu o tributo do Templo e instituiu a justiça do Reino. Três por cento não é imposto, é testemunho; não é sacrifício, é fidelidade; não oprime o pobre, nem absolve o rico. É a medida mínima da consciência desperta.
Ao Nasareno não convém controlar o destino da Sedakah. Quem a retém ou a instrumentaliza em suas mãos, participa da corrupção dos tiranos.
2. Tefilah
Tefilah significa “oração”, mas não como mera recitação: oração é alinhamento do coração diante de Deus. Na Nasirutha, praticamos o Parishatha, “Espalhar o Reino”, em momentos determinados. Nele são integrados: Mah Tovu, O Pai Nosso, o Shemá Israel, a Keriá, a meditação de ascensão e descida na Árvore da Vida, o fechamento do corpo e a leitura da Surah Peninah, para elevação espiritual.
A oração também inclui intercessão pelos enfermos, pelos que perseguem, pelos aflitos e necessitados. Além disso, toda a comunidade se reúne no Zikaron Shabat, o memorial sagrado do descanso e da Presença Divina, para lembrarmos o princípio Divino da Comensalidade, Akhiluta d-achiduta.
3. Tov Shem
Tov Shem significa “bom nome” e representa viver, dentro e fora da comunidade, aquilo que se crê. A Torah do Reino é vivida no lar, na sociedade, no trabalho e nas relações humanas:
Não desejas ser traído? Não traias.
Não desejas ser humilhado? Não humilhes.
Não desejas que cobicem o que é teu? Não cobices o que é do outro.
Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei assim a eles. Esta é a Torah pronunciada pela Boca de Deus, na qual se resumem todos os mandamentos e profecias.
Tov Shem sustenta a ética do Reino, preserva a honra comunitária e se manifesta também no anúncio da Boa-Nova do Reino, por meio da meditação nas Parashiot semanais e da internalização da Torah do Messias, o Evangelho Único.
4. Sur Merá
Sur Merá significa “afastar-se do mal”, não de forma passiva, mas ativa e consciente. É recusar-se a negociar com a injustiça, romper com sistemas, hábitos e estruturas que oprimem os mais fracos.
Quem conhece o mal e permanece nele torna-se cúmplice. Não se deve espiritualizar a opressão, o abuso ou qualquer forma de jugo.
Sur Merá é caminhar como discípulo de Aharão: amando a paz, buscando a paz, amando as pessoas e ofertando-as à Torah como uma verdadeira oferta aceitável a Deus.
5. Teshuvah
Embora seja apresentado como o quinto pilar, Teshuvah é, na verdade, o primeiro passo do Nasareno. Teshuvah significa “retorno”. Retorno à casa do Pai, como o filho pródigo, recuperando todas as bênçãos que pertencem a um Filho e Filha de Deus.
Aqui ocorre a primeira Sahduta, o testemunho de fé. O Nasareno deve retornar continuamente sua consciência ao Reino do Caminho, da Verdade, da Vida, do Bem e do Belo.
A missão do ser humano na Terra é manifestar o Reino de Deus entre os homens, libertando-os da ilusão de pecado, da doença, da morte e de todo sofrimento.
Este é o caminho da Nasirutha.
Um caminho antigo e eterno, preservado e agora revelado.
Torna-te hoje mesmo Nasareno ou Nasarena.
O Reino de Deus aguarda a tua manifestação.
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Curso Intensivo Arautos da Nasirutha – 1º Ano
Início da 1ª Turma: 05 de Abril de 2026
Investimento: Entrada de R$1.000 + R$500 mensais
Certificação: Semikhah
Material: Apostila enviada via correios
O primeiro ano da formação foi estruturado para dar ao aluno uma base sólida em história, tradições do Segundo Templo, messiologia antiga e fundamentos da Nasirutha.
Índice linkável
Informações gerais
- Duração: 1 ano (primeiro ano da formação de 3 anos)
- Início da 1ª Turma: 05 de Abril de 2026
- Investimento: Entrada de R$1.000 + R$500 mensais
- Certificação: Semikhah
- Material: Apostila enviada via correios
Visão geral
- O 1º ano do curso é inteiramente dedicado a criar uma base sólida de conhecimento histórico, textual, teológico e espiritual, permitindo ao aluno compreender as origens da tradição nasarena, o contexto do Segundo Templo, e os fundamentos do caminho da Nasirutha.
Módulo 1 – Introdução Teológica e Filosófica
- Reconstrução do Vaso Memorial da Nasirutha: entendimento histórico e espiritual da tradição.
- O reconhecimento distante e a recusa da submissão: desafios da obediência à verdade.
- A advertência do Evangelho: admirar não é obedecer.
- Humildade pessoal e soberania do Espírito: desenvolvimento interior e disciplina espiritual.
- Vocação, fardo e tikun: o papel do aluno no alinhamento da tradição.
- Método e intenção: examinar tradições à luz da Verdade.
- Tese central: ruptura com o Caminho simples do Messias.
- Judaísmo rabínico: Escritura mantida, cumprimento rejeitado.
- Cristianismo romano: Messias confessado, matriz obscurecida.
- Jerusalém eclipsada: Tiago, os nasarenos e a ótica paulina.
- Investigação histórica como arma contra o joio.
- Islã: condenação da idolatria e ambiguidades rituais.
- Três tradições, fragmentos da Verdade e rupturas do eixo completo.
- O retorno: purificar, alinhar e frutificar.
- A metáfora do xadrez e o deslocamento do eixo do Reino.
- O Reino como restauração e justiça social aplicada.
- Institucionalização, sofisma e captura da fé.
- Lucidez e fé: contra o mito da neutralidade.
- A Reforma que não se reformou.
- O peso do escrito e o sofrimento das almas.
- Comunhão e obra coletiva: uma só andorinha não faz o verão.
- Exortação final: de admiradores a cooperadores.
Módulo 2 – História e Tradições do Segundo Templo
- Pluralidade histórica do judaísmo: construção da ortodoxia atual.
- Panorama histórico do século II a.C. – 70 d.C.: contexto político e religioso.
- Os fariseus: origens, ensinamentos e influência.
- Talmud, Mishnah e a fabricação da memória rabínica: retórica versus realidade.
- Hagiografia rabínica e a fábula da continuidade intacta.
- Análise de textos gregos, hebraicos e siríacos relacionados à tradição rabínica.
- Gamaliel, reconhecimentos Clementinos e farisaísmo nasareno.
- Paulo, Gamaliel e a mentira da filiação rabínica.
- Saduceus, essênios e escribas: papéis e influências.
- Estudo das sete seitas mencionadas por Hegésipo: Galileus, Hemerobatistas e Masboteus.
- A narrativa vencedora e a tradição esquecida: Hegésipo, Karaítas e Samaritanos.
- Uso do texto bíblico e Targumim entre os judeus rabínicos.
- Escola de Edessa, Massoretas e vocalização: influência cristã assíria na vocalização hebraica.
Módulo 3 – Messiologia e Textos Antigos
- Messiologia de Flavio Josefo: estudo das fontes e análises críticas.
- Testimonium Flavianum: versões grega, siríaca, latina e árabe.
- Messiologia de Filon de Alexandria: Logos, mediação e intercessão.
- Moisés como arquétipo régio-sacerdotal-profético.
- Monarquia divina e política sagrada.
- Cosmologia, antropologia e redenção na tradição filônica.
- Leitura nasarena-ebionita: Jesus à luz do Logos filônico.
- Messiologia samaritana: Taheb e fragilidade estrutural.
- Qumran: evidências textuais da tradição nasarena pré-cristã.
- Manuscritos: 4Q521 (Apocalipse Messiânico), 4Q285 (Guerra do Messias), 4Q246 (Filho de Deus), 4Q525 (Bem-aventuranças), 1QpHab (Método Pesher), 1QHa (Servo Justo de Isaías).
- Análise detalhada do Perfil do Messias em Qumran.
Módulo 4 – Nasirutha e Tradição Nasarena
- Etimologia e identidade do Nasareno.
- Nasarenos no Novo Testamento: citações e identidade.
- Impacto da tradição nasarena na história cristã.
- Meshichayuta: cristianismo nasareno antes do paulismo.
- Evangelho Uno Siríaco: memória apostólica, liturgia e substituição canônica.
- Paulolatria: apostasia dos cristãos gentios.
- Permanência apostólica da Ásia contra uniformização romana.
- Tradição Mandaica e conexão com Qumran.
- “Gnose”: mitos apologéticos para desacreditar opositores.
- O que significa ser nasareno e Mushlam.
- Paralelos com Evangelhos apócrifos (Felipe, Tomé).
- Os cinco pilares da Nasirutha.
- Razá Ila’áh: caminho do neófito (Alima).
- Circuncisão e Pacto de Abraão: estudo histórico e simbólico.
- Qumran: essênios ou nasarenos? Evidência interna.
- Debates sobre a origem e local de nascimento de Jesus (Nazaré ou Belém).
- Condição socioeconômica e alfabetização de Jesus.
- João Batista e movimentos proféticos.
- Genealogias davídicas e tradições messiânicas.
- Estudos arqueológicos e historiográficos sobre Tiago, Simão, José e Jesus.
- Epifânio e a interpretação das seitas nasarenas e ebionitas.
- Análise da acusação de falsificação das Escrituras e dicotomias textuais.
- Críticas detalhadas a interpretações patrísticas e apologéticas.
- Aplicação prática: leitura e interpretação de textos, alinhamento histórico-teológico.
Recursos e diferenciais do 1º ano
- Apostila completa enviada via correios.
- Certificação oficial de Semikhah.
- Formação intensa em história, teologia e prática espiritual.
- Estudo completo das fontes antigas, manuscritos e tradições esquecidas.
- Preparação sólida para o 2º e 3º anos, com aprofundamento em filosofia, prática e liderança.
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Parishatha
ParishathaParishatha (A Oração Completa) é a oração oficial do judaísmo nazareno e da comunidade Nasirutha. Nesta página, o conteúdo foi organizado para leitura e prática, com todas as explicações, etapas e a sequência devocional apresentadas no material original.
EXPLICAÇÃO DO PARISHATHA
A seguinte oração se chama Parishatha (פְּרִישַׁתָא), é a oração oficial do judaísmo nazareno e da comunidade Nasirutha (Nasirutha). É importante que leia a introdução antes que comece a iniciar a prática.
Parishatha em aramaico significa “espalhar” ou “expandir”, é a forma de expandir o Reino de Deus em sua vida para que você possa manifestá-lo em seu mundo. Esse nome foi dado a essa prática inspirada na passagem do evangelho de Felipe que diz:
"A eucaristia é Jesus. Pois Ele é chamado em siríaco de 'Pharisatha,' que significa 'aquele que é estendido,' porque Jesus veio para crucificar o mundo." (Evangelho de Felipe, Logia 57)
A Eucaristia é um sacramento central do Cristianismo, especialmente nas tradições católica, ortodoxa e anglicana, onde é considerada a celebração mais importante da fé. A palavra "Eucaristia" vem do grego "εὐχαριστία" (eucharistía), que significa "ação de graças". A Eucaristia é também conhecida como "Santa Ceia", "Ceia do Senhor" ou "Comunhão". Nos manuscritos de Qumran essa prática também foi encontrada no judaísmo do deserto do século 1 d.C, e tal prática era chamada de Tefilot Hodayot (orações de ações de graças).
Parishatha também vem da mesma raiz “Parash” da palavra “Meforash”. Por essa razão algumas pessoas gostam de nominar a prática do Parishatha de Meforash. O que realmente nos intriga é saber que a prática do Parishatha é a oração mais completa já feita, pelo que se segue:
Convocação a todos para a oração (leitura de Jeremias 31:5);
Recitação do Shemá (leitura de Deuteronômio 6:4);
Amidah (Leitura de Deut. 6:4-5, Levíticos 19:18b);
Reverência a Deus (com a leitura de Joel 2:13);
Prostração a Deus (com a leitura de Êxodo 15:11);
Saudação aos anjos (Gênesis 18:1-3);
Meditação (Elevação na Árvore da Vida);
Fechamento do corpo (convocação dos anjos);
Jejum (de acordo com o tempo, a oração Parishatha pode se tornar um pequeno jejum).
Inicialmente pode parecer complexo e difícil praticar a oração Parishatha, mas não é, pois o incentivo da prática é que o praticante tenha um momento terno com o Divino sem a interferência do mundo exterior. É importante que o praticante memorize as palavras para que tudo saia como esperado, e faça a Parishatha com intenção (kavanah) e não de uma forma monótona.
A oração Parishatha deve ser realizada ao despertar, preferencialmente antes do amanhecer (para que você fique mais tempo dedicando seu tempo com Deus), e à noite, antes de dormir. Agora irei explicar cada parte do Parishatha para que o praticante tenha noção do que fazer e não fazer.
1 – MIKRÁ (CONVOCAÇÃO)
A Mikrá (מקרא) é a prática de recitar a passagem de Jeremias 31:5b em um tom de convocação, expressando o desejo de que todos os nazarenos (remanescente) retornem a Sião. Essa recitação é tradicionalmente realizada em grupo ou comunidade, mas, quando a pessoa está sozinha, não é obrigatória e pode-se iniciar diretamente pelo Shemá e as demais orações. Embora algumas pessoas façam uma comparação entre a Mikrá e o “Adhan” dos muçulmanos, sugerindo que houve uma inspiração ou semelhança entre as práticas, é importante destacar que a Mikrá tem suas raízes nas Escrituras Hebraicas. Há várias passagens bíblicas que fazem referência a essa prática, nas quais o convocador é descrito como “tsofeh” (vigia, atalaia), como em Ezequiel 33:6. Em Isaías, encontramos outra menção que reforça essa tradição:
“Porque assim me disse o Senhor: Vai, põe um atalaia que anuncie o que vir. E ele viu um carro com dois cavaleiros, um carro com jumentos e um carro com camelos; e escutou-o atentamente com grande cuidado. Então gritou, como um leão: Senhor, sobre a torre de vigia estou em pé continuamente de dia, e no meu guarda-campo me ponho noites inteiras.” (Isaías 21:6-8; grifo nosso)
Originalmente o Atalaia (Tsofeh), ficava em torres vigiando se os inimigos estavam próximos, assim alertando em alta voz ou por meio do Shofar. Nossa garganta é o nosso shofar, não é atoa nosso esôfago ser tão semelhante a esse instrumento. O atalaia faz três chamados pela frase de Jeremias 31:5b dizendo: “Levantai e subamos a Sião, em direção a Adonai nosso Deus”. Em hebraico: “Kumu venaaleh Tzion, él Adonai Elohenu”.
2- AMIDAH (DE PÉ)
De pé (עמידה), com as mãos sobre o coração, recitamos o Shemá de Deuteronômio de 6:4-5 e em seguida lemos Levíticos 19:18b da seguinte forma:
“Ouça Israel, Adonai é nosso Deus, Adonai é Um!
(em sussurro: porque Teu é o Reino, e o Poder e a Grandeza, para sempre Amén).
Adonai reina, Adonai reinou, Adonai reinará para sempre nos fará mercê!
E amarás a Adonai, Teu Deus, com todo teu coração, com toda tua alma e com toda tua capacidade. E amarás ao teu próximo como a ti mesmo; e não há preceito maior do que estes na Torah. Pois tudo o que desejam que as pessoas vos façam, assim fazei a elas, porque isso é toda a Torah e os profetas.”
Ao contrário do que muitos acreditam, não obrigamos aqueles que desconhecem o hebraico a recitar o texto exclusivamente nessa língua. Pelo contrário, incentivamos que a pessoa leia em sua língua, para que compreenda plenamente o significado da oração. No entanto, também encorajamos o estudo do hebraico, para que, com o tempo, possa praticar a oração entendendo o verdadeiro sentido das palavras.
Enquanto recita todo o texto do Shemá, reflita se você está aplicando esses ensinamentos em seus desejos, pensamentos, sentimentos e ações. Se sim, alegre-se; se não, busque transformar-se. Não amaldiçoe a si mesmo recitando uma passagem tão forte apenas a movendo em sua boca e não nas suas ações. Jogue todo seu coração na conscientização de todas as palavras.
A prática da Amidah é ficar de pé parado, referente a 1 Samuel 6:14 que diz:
"E a carroça chegou ao campo de Josué, o bet-samita, e parou ali (vataamod sham), onde havia uma grande pedra. Eles cortaram a madeira da carroça e ofereceram as vacas em holocausto ao Senhor." (1 Samuel 6:14)
No versículo 14, a Arca chega ao campo de Josué, um habitante de Bete-Semes (Casa do Sol). As vacas pararam perto de uma grande pedra, e os moradores, em gratidão e reverência, ofereceram as vacas como holocausto ao Senhor, utilizando a madeira da carroça para o sacrifício. Assim nós também paramos em pé, em gratidão oferecendo esse momento para ofertarmos a Deus nossa consciência de que vamos seguir com seu preceito que nos faz cumprir toda a Torah que é: Amar a Deus é amar o próximo. Pois todos nós somos o Templo de Deus! É reconhecer que eu e os outros somos Um com Deus. É ver o Filho/Filha de Deus em cada ser vivo. É reconciliar com todas as coisas dos céus e da terra para que todas as coisas sejam meus irmãos.
3 – KIDAH (REVERÊNCIA)
No momento da Kidá (קידה), devemos visualizar, com os olhos da fé (emuná), que estamos diante do Trono do Todo-Poderoso, a quem devemos total reverência e temor respeitoso. Em várias passagens da Toráh e da Tanach (Bíblia Hebraica), no hebraico original, os hebreus primeiro faziam uma reverência e, em seguida, prostravam-se (Êxodo 12:27; 34:8; Números 22:31, etc.). A reverência não é a prostração em si, mas uma leve inclinação em sinal de respeito e honra ao superior — uma prática ainda comum no Oriente, mas que há muito foi esquecida pelos ocidentais. Representa o nosso sinal de honra e temor a Deus.
Durante a Kidá, pronunciamos a frase: “Em Nome de Deus, Clemente e Misericordioso” — em hebraico: “Beshem ÊL Hanun veRahum.” Esta é uma referência a Joel 2:13, onde reconhecemos todas as clemências e misericórdias que Deus nos concede, derramando Sua bondade e beleza tanto sobre justos quanto sobre ímpios. Ao recitarmos essas palavras, não fazemos um pedido verbal, mas expressamos com intenção, o desejo de que Deus nos proteja de tudo aquilo que se opõe ao Seu Caminho, à Verdade, à Vida, ao Bem e ao Belo Reino de Deus.
4 – HISHTACHAVUT (PROSTRAÇÃO)
A Prostração (הִשְׁתַּחֲווּת) é mencionada em toda parte da Bíblia como uma prática muito comum entre os hebreus (Gênesis 17:3; Gênesis 24:26; Êxodo 4:31; Êxodo 12:27; Êxodo 34:8; Números 22:31; Josué 5:14; 1 Reis 1:31; 2 Crônicas 7:3; Neemias 8:6; Salmos 95:6; Isaías 49:23; Daniel 6:10; etc.). Na Parishatha você não precisa tecnicamente tocar a testa no chão na prostração, mas fazer a posição como mostra a figura na esquerda. Porque possa ser que você fique com um calo na testa como ocorre em alguns casos.
A prostração é a maior demonstração de honra que você possa dar a Deus, demonstra que você reconhece sua pequenez, um mero filho de Adão. Aqui nós dizemos, não em palavras, mas com intenção “Eu sou Adão” (eu sou apenas um homem criado do solo).
E é desse solo que o lírio (Eu messiânico) pode sair, quando reconhecemos que somos aqueles filhos que vieram manifestar o Reino de Deus no Mundo, trazendo a Primavera luminosa. Aqui é como estarmos dizendo “Deus, que Tua Vontade seja a minha vontade, harmoniza minha vontade com a Tua; que meus pensamentos, sentimentos e ações se harmonizem com os Teus para que o Teu Reino se faça presente aos meus olhos.” Se analisarmos atentamente as posições da Amidá, Kidá e Hishtachavut, perceberemos que elas se assemelham às formas das letras Alef, Dalet e Mem, compondo a palavra “Adam” (אדם), que significa “Adão”.
É ensinado (tana) que primeiro o homem surgiu prostrado, depois se ergueu como que andando em reverência até chegar a ficar de pé.
5 – KRIAH (DE JOELHOS)
Ao saímos da posição Hishtachavut e irmos a posição Kriah (כְּרִיעָה), proclamamos: “Louvai a Adonai que é bom; porque eterna é sua misericórdia” (Hodu LaAdonai ki tov; ki leolam hasdo). Essa declaração serve para reconhecer que somente Adonai é Aquele que nos levanta, nos tira do pó e nos ergue.
A posição Kriah faz referência à passagem de 2 Reis 1:13, quando o segundo oficial do rei se aproxima humildemente, ajoelhando-se (kra al birkav) diante do profeta Elias. Essa atitude contrasta com a do primeiro oficial, que, chegando de forma arrogante, acabou sendo morto por Elias. Assim, a posição Kriah representa uma maneira humilde de nos aproximarmos de Deus. Esta é a posição em que permanecemos por mais tempo, pois, aqui, nós:
Saudamos os dois anjos da direita e esquerda.
Ascendemos a Árvore da Vida e repetimos essa ascensão 3 vezes.
Formar o que desejamos.
Fechamos o corpo.
1 – Brakhot lemalakim (saudação dos anjos): sentado de joelhos, inclinamos nosso rosto primeiro para a direita e dizemos ao anjo chamado Jakin e o saudamos, dizendo: “A Paz seja convosco” (Shalom Aleikhem). Em seguida, inclinamos nosso rosto para a esquerda e dizemos ao anjo Boaz o saudando, dizendo: “A Paz seja convosco” (Shalom Aleikhem). E ambos irão te responder, dizendo: “E convosco seja a Paz” (Vaaleikhem haShalom). É ensinado que Deus deu a cada pessoa dois anjos como escribas, um registrando o bem e o outro o mal que a pessoa faz. Se uma pessoa deseja receber misericórdia, que se atente a justiça-social, a oração, a medir mais as palavras e ações e a afastar-se do mal. Deus criou o homem, o criou perfeito. Ele deu-lhe o mundo inteiro; após a saída do paraíso, deu-lhe dois anjos para protegê-lo, enviou-lhe os profetas, concedeu-lhe a Toráh, concedeu-lhe a fé, e a cada momento o livra de Satanás, desejando dar-lhe o paraíso; e mais ainda, Deus quer dar a Si mesmo ao homem.
2 – Aliat etz hachaim (Ascensão da Árvore da Vida): Nesta posição de meditação e ascensão espiritual, começamos fechando os olhos e concentrando-nos. Com intenção e fé, visualizamos, através do "olho da fé", a esfera (Sefirah) do Reino (Malkhut). Inspiramos profundamente pelo nariz, sentindo-nos preenchidos pelo espírito do Reino (Malkhut). Este é um momento de conexão profunda com a energia divina que flui em Malkhut. Enquanto fazemos isso, recitamos: “Eis o Oceano do Reino de Deus” (Hineh hayam Malkhut Elohim). Repetimos essa recitação três vezes, com kavanah (intenção) plena. A intenção é crucial, pois nos permite abrir nosso coração e mente para a experiência espiritual. Essa frase é uma afirmação da presença e do poder de Deus na esfera do Reino. Após a terceira recitação, soltamos o ar lentamente pelo nariz. Neste momento, estamos simbolicamente liberando qualquer bloqueio que nos impeça de ascender. Em seguida, ascendemos para a próxima esfera (Sefirah), Fundamento (Yesod). Inspiramos profundamente pelo nariz novamente, recitando a frase: “Eis o Oceano do Fundamento de Deus” (Hineh hayam Yesod Elohim); conforme o processo da frase anterior. Após reter o ar, soltamos novamente, repetindo o processo de ascensão de sefirah em sefirah. Cada ciclo é uma oportunidade de se conectar mais profundamente com as energias espirituais que emana cada sefirah, elevando nossa consciência e permitindo-nos alcançar estados mais altos de percepção espiritual. Segue a sequência:
Eis o Oceano do Reino de Deus. (3x)
Eis o Oceano do Fundamento de Deus. (3x)
Eis o Oceano da Glória de Deus. (3x)
Eis o Oceano da Vitória de Deus. (3x)
Eis o Oceano da Beleza de Deus. (3x)
Eis o Oceano do Poder de Deus. (3x)
Eis o Oceano da Graça de Deus. (3x)
Eis o Oceano do Entendimento de Deus. (3x)
Eis o Oceano da Sabedoria de Deus. (3x)
Eis o Oceano da Coroa de Deus. (3x)
Eis o Oceano do Esplendor de Deus. (longo)
Um bom entendedor percebe que aqui invocamos os espíritos de Deus mencionados no livro do profeta Isaias 11:2 e 1 Crônicas 29:11. O Oceano do Esplendor de Deus é uma referência a Daniel 12:3 que diz no original hebraico: “E os sábios resplandecerão como o Esplendor (Zohar) do Firmamento, e os que promovem a justiça-social entre muitos serão como as estrelas para sempre até o porvir.”
Depois de dizer “Eis o Oceano do Esplendor de Deus” você decide se recita mais duas vezes ou se continua com o restante do processo. Em seguida, nós nos conscientizamos de que não vivemos mais, mas Adonai está inteiramente manifestado em nós, e isso deve ser recitado com muita fé, dizendo:
“Desde agora não vivemos mais, pois Tu, Adonai, vives dentro de nós.”
(Meatah lô nichieh od ki Atah, Adonai, chai bekirbenu)
3 – Yotzer Ratzon (Formar o Desejo): Essa terceira parte pode ser feita se você desejar; não é obrigatório dar continuidade, a menos que queira focar a oração em um objetivo específico, como um sonho, cura, etc. Caso contrário, pode pular para a próxima etapa. Nessa fase, descemos então pelos quatro mundos da Árvore da Vida: 1º Atzilut (Nobreza), 2º Briah (Criação), 3º Yetzirah (Formação) e 4º Assiah (Ação). Cada um desses mundos representa uma virtude divina: a virtude de querer (Atzilut), de pensar (Briah), de sentir (Yetzirah) e de agir (Assiah). Exemplo do Passo a Passo:
A) Querer: Visualize claramente o que você deseja. Suponhamos que o seu desejo seja o Reino de Deus. Imagine um palácio e, ao abrir suas portas, veja o Reino de Deus. Entre nesse Reino com os olhos da fé, contemplando-o como já perfeito e completo. Observe cada detalhe, sinta o ambiente com atenção e contemple esse desejo por alguns minutos. Neste momento, você está apenas visualizando. Agora, vamos adicionar som a esse mundo, entrando em um novo nível de percepção.
B) Pensar: Em seguida, você se depara com outro palácio, que agora traz som à sua visão. Você começa a ouvir palavras afirmativas de que o que deseja (neste caso, o Reino) já se concretizou. Ouça em sua alma frases como: “Eis que o Reino já está realizado” e “Veja como você já vive no Reino de Deus”. Reflita sobre como você pode manifestar esse Reino em suas pequenas ações diárias. Sua mente começa a perceber que números são palavras e palavras são números. Você pensa em recursos, na união das pessoas, nos elementos necessários para que esse Reino se torne realidade. Estabeleça um prazo, visualize um retorno. Aqui, crie um plano estratégico, uma rede espiritual para atrair as pessoas que serão essenciais para a concretização desse Reino.
C) Sentir: Agora, permita-se sentir o Reino dentro de você. Sinta-o emergindo de seu interior, irradiando alegria, gratidão e satisfação, pois tudo já está consumado e o Reino já está presente aqui e agora. Sinta seu corpo vibrar com essa energia; seu "nariz espiritual" percebe o aroma dos jardins celestiais desse Reino. Experimente todas as sensações que esse Reino oferece. Sinta que Deus é um com você, e essa conexão é real e palpável. Alinhe sua atmosfera com a atmosfera amorosa de Deus. Experimente a graça (Guedulah), o poder (Guevurah), a beleza (Tiferet), a vitória (Netzach), a glória (Hod) e o fundamento (Yesod) do Reino.
D) Agir: Agora, abra os olhos. Passe a agir de acordo com essa nova realidade que você formou junto a Deus. Alinhe sua vontade com a Vontade Divina, para que tudo se materialize no mundo físico. Comece tratando os outros da maneira que você gostaria de ser tratado; afinal, isso resume toda a Torah e nada é comparável a esse princípio.
4 – Seguirát haguf (Fechamento do corpo): Essa parte fazemos o escudo de David onde nós protegemos o nosso corpo contra os males e vampirismo espiritual. Levantamos nossas mãos e com os olhos da fé, vemos o cálice da unção cair sobre nossa cabeça e sobre nossas mãos trazendo cura, alegria, e tudo aquilo que necessitamos, dizemos da seguinte maneira:
Em nome de Adonai,
da minha direita Miguel,
e da minha esquerda Gabriel,
e diante de mim Nuriel,
e de trás de mim Rafael,
e sobre minha cabeça a Presença de Deus.
Em seguida, passamos nossas mãos no nosso corpo e selamos no umbigo, para que a proteção se faça completa.
PRÁTICA
O Rabi (mestre) convocou seus discípulos e, seguindo seu exemplo, preparou-se para um momento espiritual profundo. Ele fechou os olhos e, com firmeza, gritou em pé, como se fosse um vigia em uma torre, com a força e o som de um Shofar (um instrumento feito de chifre de carneiro, utilizado em momentos solenes). Três vezes, ele proclamou em uma convocação:
Kumú venaálêh Tziôn, él Adonai Elohenu (3x) Levantai e subamos a Sião, ao Senhor nosso Deus. (3 vezes)
Shemá Israel, Adonai Elohênu, Adonai Echád! Ouça, Israel, o Senhor é nosso Deus, o Senhor é Um!
(Em um sussurro, ele acrescentou: "Porque Teu é o Reino, e o Poder, e a Glória para sempre.")
Em seguida, ele proclamou:
Adonai Melekh, Adonai Malakh, Adonai imlokh leolam vaed. O Senhor reina, o Senhor reinou, o Senhor reinará para sempre!
Veahavtá et Adonai Eloheikha E amarás ao Senhor, teu Deus,
Bekhol levavkhá Com todo teu coração,
uvekhol nafshekhá Com toda tua alma,
uvekhol meodekhá. E com toda tua capacidade.
Veahavtá lereakhá kamokhá E amarás ao teu próximo como a ti mesmo;
Veein mitzvah guedoláh meeleh baTorah Não há preceito maior do que esses na Toráh (a Torá, que é o conjunto dos ensinamentos judaicos).
Ki kol asher tachptzun sheiassun benei Adam lakhem, Pois tudo o que desejam que as pessoas façam a vocês,
Ken gam atem assun lahem, ki zot kol haTorah vehaNeviim. Assim também façam a elas, pois isso é toda a essência da Torá e dos Profetas.
O Rabi, então, virou-se em reverência ao Templo de Jerusalém e disse:
BeShem Êl chanun verachum. Em Nome de Deus, Clemente e Misericordioso.
Ele se prostrou e recitou uma oração que lembra um dos momentos em que Deus salvou o povo de Israel:
Mi kamokha baelim Adonai, mi kamokha ne’dar baKodesh, Norá tehilôt, Osséh Pelé? Quem é como Tu entre os deuses, ó Senhor? Quem é como Tu, glorificado em santidade, temido nos louvores, que fazes maravilhas?
Então, ajoelhando-se, ele disse com gratidão:
Hodu laAdonai ki Tôv. Louvem ao Senhor, pois Ele é bom.
E os discípulos responderam:
Ki leolam chasdô. Pois Sua misericórdia é eterna.
O Rabi, virando o rosto à sua direita, falou com seu anjo protetor, Jakin:
Shalom aleikhem. A paz seja convosco.
O anjo respondeu:
E convosco seja a paz.
Em seguida, virou-se à esquerda e falou com o outro anjo, Boaz:
Shalom aleikhem. A paz seja convosco.
O anjo respondeu novamente:
E convosco seja a paz.
Depois, voltando-se para a frente, o Rabi, em profunda meditação, proclamou três vezes cada frase, revelando os mistérios das emanações divinas (Sefirot):
Hineh hayam Malkhut Elohim Eis o Oceano do Reino de Deus.
Hineh hayam Yessód Elohim Eis o Oceano do Fundamento de Deus.
Hineh hayam Hód Elohim Eis o Oceano da Glória de Deus.
Hineh hayam Netzach Elohim Eis o Oceano da Vitória de Deus.
Hineh hayam Tiféret Elohim Eis o Oceano da Beleza de Deus.
Hineh hayam Guevurát Elohim Eis o Oceano do Poder de Deus.
Hineh hayam Guedulát Elohim Eis o Oceano da Graça de Deus.
Hineh hayam Binát Elohim Eis o Oceano do Entendimento de Deus.
Hineh hayam Chokhmát Elohim Eis o Oceano da Sabedoria de Deus.
Hineh hayam Kéter Elohim Eis o Oceano da Coroa de Deus.
Por fim, com uma voz longa e solene, o Rabi proclamou:
Hineh hayam Zohar Elohim Eis o Oceano do Esplendor de Deus.
Neste momento, os discípulos sentiram o nome sagrado de Deus, Adonai, escrito em suas testas e disseram:
Meatáh lo nichieh od, ki Atah Adonai chai bekirbenu. Desde agora, não vivemos mais, pois Tu, Adonai, vives dentro de nós.
O Rabi ergueu suas mãos ao céu, como se estivesse segurando uma rosa delicada, e disse:
beShem Adonai Em nome de Adonai,
mimini Mikhael à minha direita está Miguel,
umismoli Gavriel à minha esquerda está Gabriel,
umilifanai Nuriel diante de mim está Nuriel,
umeachorai Refael atrás de mim está Rafael,
veal roshi Shekhinát Êl. e sobre minha cabeça está a Shekináh, a presença divina de Deus.
Finalmente, ele abençoou todo o seu corpo com suas mãos, em um gesto de profunda conexão e reverência a Deus e depois desceu nos quatro mundos da Árvore da Vida trazendo o Reino de Deus entre os seres humanos.
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QUEM FOI CRUCIFICADO?
A GENEALOGIA OCULTA DE JESUS
A MÃE DAS RELIGIÕES ABRAÂMICAS
A TORRE: A NOIVA DO CRISTO
O PRIMEIRO EVANGELHO - PARTE 1
TEORIA FLAVIANA E O CRISTIANISMO PRIMITIVO
Título não confirmado com segurança
THE GOVERNMENT OF THE KINGDOM OF GOD
JESUS É DEUS OU FILHO DE DEUS?
ORIGEM DOS NASARENOS - PARTE 2
JESUS É A FONTE RABÍNICA!
O CAMINHO QUE SALVOU CLEMENTE DE ROMA
4Q285 - O APOCALIPSE MESSIÂNICO DE QUMRAN
Judas Iscariotes é Lázaro
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A Linhagem Oculta de Jesus
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Jesus é Deus? Uma Investigação Histórica
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Jesus: A Fonte do Judaísmo Rabínico
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Evangelho Original – Parte 1
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Sodoma: O Que o Contexto Muda
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A Torre do Messias
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Origem dos Nasarenos – Parte 2
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Arquitetura de uma Nova Ordem Social
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HEBRAICO
Abertura, alfabeto
Nakdan (vocalização), numeração, vocabulário (vocalização e exemplos)
Ensinando a pronunciar as nekudot
Conjugações
Conjugações e as regras
ARAMAICO SIRÍACO
Introdução
Alapbit - Estrangelo, Mand'haya, serto
Zauê, as vogais clássicas e modernas
Chiláf Shema, pronomes do caso reto
Meniana, números cardinais feminino e masculino
Surdana, calendário, dias e estações
Sarapta, conjugações
Sevisa, Pronome possessivo, sufixos e as preposições
JUDAÍSMO NASARENO - NASIRUTHA
Judaísmo nasareno 1
Judaísmo nasareno 2
Judaísmo nasareno 3
Judaísmo nasareno 4
Origem do E. dos hebreus 1
Origem do E. dos hebreus 2
Origem do E. dos hebreus 3
Origem do E. dos hebreus 4
Meses judaicos e seus segredos
Meses judaicos e seus segredos 2
Meses judaicos e seus segredos 3 e árvore da vida
Árvore da vida e árvore das klipot final 4
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Mistérios do Gólgota
Jesus é neto de Hilel
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Bereshit | Bará Shit - Primeira aula turma de 2024
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Cursos
Curso de Hebraico
CURSO COMPLETO DE HEBRAICO, LADINO E ARAMAICO
Muitas pessoas desejam aprender hebraico porque querem conhecer o idioma original da Bíblia, mais especificamente o que é conhecido por "Antigo Testamento"; ou mesmo por estarem em um processo de autoconhecimento através da Cabalá, a Filosofia Hebraica; ou também porque irão viajar para Israel e precisam conhecer o idioma local, o hebraico, o mais rápido possível. E também há aqueles que desejam conhecer hebraico, porque desejam ler livros, jornais, revistas ou monografias das Universidades de Israel. Também há pessoas que desejam conhecer o Ladino, o idioma "Judeu-Espanhol", talvez por curiosidade ou pesquisa acadêmica ou mesmo por uma questão de busca de suas raízes, pois muitos brasileiros possuem descendência dos Judeus cristãos-novos. E também há pessoas que desejam conhecer o Aramaico e seus diversos dialetos, por desejarem conhecer o idioma dos livros da Cabalá, do judaísmo e também do cristianismo como, por exemplo, o Novo Testamento Aramaico. Então, este curso é para vocês.
Clique aquiOs Segredos do Pai Nosso
os mistérios cabalísticos da oração mais conhecida do mundo que originou a famosa oração cabalística "Ana Bekoach". O poder da oração no Pai-nosso recitada em aramaico e o que ela nos vem ensinar para uma vida prática da Torah. Ligação com os sete dias da semana, os sete planetas e os sete espírito de Deus.
Clique aquiPeriódicos da Cabalá
Este curso apresenta, em formato de videoaulas e apostilas em PDF, o conteúdo integral dos três volumes de Periódicos da Cabalá, uma obra dedicada ao estudo sério e responsável da tradição cabalística a partir de suas fontes originais. Ao longo do curso, o aluno será conduzido por uma leitura aprofundada da Cabalá anterior às sistematizações tardias, em diálogo direto com textos hebraicos, aramaicos e siríacos, bem como com o Midrash, o Zohar, o Talmud e manuscritos antigos frequentemente ignorados nos estudos populares. O conteúdo evita tanto o misticismo comercial quanto os filtros dogmáticos do judaísmo rabínico ou do cristianismo institucional. O curso aborda temas centrais como a origem histórica da Cabalá, a diferença entre Torá escrita, tradição oral e tradição dos anciãos, a presença do Messias nas fontes judaicas antigas, a relação entre Cabalá e o movimento nazareno, além de práticas espirituais autênticas baseadas em texto, intenção e estrutura simbólica. Trata-se de um curso voltado a estudantes da Bíblia, pesquisadores independentes, interessados nas raízes judaicas do cristianismo e buscadores espirituais que desejam compreender a Cabalá como tradição intelectual e espiritual, e não como produto esotérico moderno. O material exige leitura atenta e reflexão crítica, sendo indicado para quem busca formação sólida, e não respostas simplificadas. O conteúdo é apresentado de forma didática, porém com rigor acadêmico, permitindo que o aluno estude no próprio ritmo e utilize as apostilas como material de consulta permanente.
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Descubra os segredos milenares da magia do Rei Salomão! Em nosso curso único e exclusivo no Brasil, mergulhe nas profundezas do conhecimento oculto com a primeira tradução para o português dos livros mágicos do Rei Salomão, diretamente do hebraico e aramaico através do Rabi Iosse bar Hamnuna Saba. Desvende rituais ancestrais, poderosas orações e operações mágicas que foram usadas por figuras como Jesus o Nazareno e Rabi Shimon bar Yochai. Prepare-se para uma jornada fascinante através dos mistérios da antiguidade judaica, onde cada vídeo-aula revela segredos escondidos há séculos. Comprovado por evidências sólidas, através de diversos testemunhos dos praticantes, nosso curso não apenas explora o legado do Rei Salomão, mas também mostra como essas práticas mudaram vidas ao longo do tempo. Se você deseja desvendar os enigmas da Magia Mosaica, este curso é para você! Domine técnicas poderosas, expanda sua compreensão espiritual e mergulhe em um mundo de possibilidades além da imaginação. Não perca tempo, junte-se a nós e conheça o "Filho (a) de Deus" latente em você hoje mesmo!
Clique aquiAGRAPHA: Os ditos secretos que Jesus revelou à Judas Tomé
Nos anos de 1945 a 1946 foi encontrado no Alto Egito, nas margens do rio Nilo, um enorme cântaro portando uma biblioteca que possuia uma literatura judaico-crista, com escritos em língua copta. Eram mais de 52 obras do cristianismo primitivo cuja as datações estão entre o século II a IV d.C. Dentre as obras encontradas estava o texto do Evangelho de Tomé, em copta. Os estudiosos debatem se o idioma original do textos era siríaco ou grego. Já Wesley W. Isenberg, coloca sua provável origem na Síria. Por essa razão alguns estudiosos indicam que esse texto, originalmente, tinha algumas conexões com os escritos cristãos primitivos. Um minicurso que expõe o significado de cada uma das palavras secretas do Evangelho de Tomé à Luz da Cabalá Genuzáh.
Clique aquiOrigem do Evangelho dos Hebreus
Um estudo completo da origem do Evangelho original denominado pela academia como "Evangelho Q" (Evangelho fonte), que originou os 4 evangelhos canônicos elaborado pelo arqueólogo e professor JRPT - Iosse bar Hamnuna Saba. Um curso dividido em 4 grandes aulas trazendo evidências claras, comparando manuscritos, pergaminhos e papiros. 1- Introdução 2- Ad hominem: Quem foi Taciano? 3- Taciano e o Diatessaron 4- Taciano e seu discípulo Severo 5- Justino e Taciano rejeitam Paulo de Tarso 6- Memória dos Apóstolos é o Diatessaron? 7- Diatessaron: o autêntico Evangelho dos Hebreus? 8- O discípulo amado: o verdadeiro autor do Evangelho dos Hebreus 9- Evidências de quem é o Evangelho dos Hebreus 10- Irineu de Lion: o homem que dividiu o Evangelho dos Hebreus em quatro? 11- O Evangelho de Marcos é, na realidade, o de Marcião? 12- Os três textos que originaram o Evangelho dos Hebreus e os demais evangelhos 13- Fonte Q: o texto fonte de Marcião? 14- Evangelho dos Hebreus e suas porções conforme a Torah de Moisés 15- Evangelho dos hebreus: escrito em hebraico ou aramaico? 16- Tudo foi adulterado antes mesmo do Concílio de Niceia 17- Razões do Evangelho dos Hebreus ter sido interpolado, queimado e não canonizado: uma crítica à academia 18- Taciano não é o autor do Diatessaron: as evidências disso 19- Judas: Traidor ou Transmissor? 20- Judas é outro personagem! 21- Judas transmite quem é o Messias para um grande sacerdote da época 22- Quem é o honorável Teófilo? 23- A datação do Evangelho dos Hebreus. Carga Horária: 60h Apostila: 4 Certificado de Conclusão.
Clique aquiLivraria
ALIANÇA RENOVADA - O NOVO TESTAMENTO DA NASIRUTHA
Depois de décadas de investigação rigorosa, J. R. P. T., arqueólogo e pesquisador especializado em cristianismo, judaísmo e islã primitivos, apresenta ao leitor uma obra sem precedentes. Fruto de anos de estudo direto de manuscritos, pergaminhos e papiros antigos, somados a uma leitura exaustiva da patrística católica, da tradição rabínica e dos hadiths islâmicos, Aliança Renovada renova, com base histórica e filológica, a tradição esquecida dos nasarenos, os primeiros discípulos de Jesus, o Nasareno. Este livro não propõe mais uma interpretação moderna do chamado “Novo Testamento”. Ele propõe algo muito mais profundo: o Renovo da Nasirutha, o Caminho original vivido e guardado pela comunidade judaico-nasarena primitiva. Aqui, o leitor encontra o Evangelho uno, preservado na antiguidade como o Evangelho dos Hebreus, a Oraita de-Mesiha, a Torá viva do Messias, apresentado em perfeita harmonia com a Torá de Israel, lido em Parashiot, Surahs e Atioth, como era proclamado nas assembleias antigas. Aliança Renovada revela, com documentação sólida, que os nasarenos não possuíam quatro evangelhos fragmentados, mas uma única memória viva do Messias; que sua fé não aboliu a Torá, mas a confirmou em Espírito e Verdade; e que seu cânon, anterior aos concílios, incluía a Epístola de Tiago, o Evangelho dos Hebreus (Oraita de-Mesiha), a Epístola de Simão, um Atos apostólico distinto e um Apocalipse profundamente semítico e litúrgico. Mais do que um livro, Aliança Renovada é um convite ao retorno: retorno à unidade perdida, à memória anterior às disputas dogmáticas, à Voz do Messias antes de ser helenizada, romanizada e silenciada. Trata-se de uma obra destinada a leitores exigentes, pesquisadores, teólogos, judeus, cristãos, muçulmanos e buscadores da Verdade que desejam compreender como realmente viviam, criam, oravam e interpretavam as Escrituras os primeiros discípulos de Jesus. Aqui, a Palavra não é apresentada como sistema religioso, mas como Caminho, Verdade, Vida, Bem e Belo. Aquilo que foi fragmentado retorna à unidade. Aquilo que foi oculto volta à luz. E a Aliança, jamais abolida, revela-se, enfim, Renovada.
Clique aquiNASIRUTHA – O CAMINHO DE YESHUA VOLUME 1
E se a história oficial sobre as origens da fé tivesse deixado para trás justamente o seu núcleo mais antigo, semítico e radical? Em NASIRUTHA: O Caminho de Yeshua – Volume 1, o arqueólogo e judeu José Ricardo P. Tavares conduz o leitor por uma investigação ousada, intensa e provocadora sobre as raízes históricas, teológicas e textuais do movimento nasareno, propondo uma releitura profunda das tradições que moldaram o judaísmo rabínico, o cristianismo e o islã. Partindo de uma introdução programática de forte impacto, o autor apresenta sua tese central: ao longo dos séculos, o Caminho simples do Messias teria sido obscurecido por sistemas religiosos posteriores, estruturas institucionais e construções dogmáticas que romperam com a matriz original da comunidade de Jerusalém por razões ideológicas e políticas. A partir dessa chave, a obra se desenvolve como uma verdadeira arqueologia da memória sagrada, reunindo crítica textual, historiografia, exegese, filologia, arqueologia e revisão comparativa de fontes antigas. Na primeira parte, dedicada à História, o livro mergulha na pluralidade dos judaísmos do Segundo Templo, examinando fariseus, saduceus, essênios, escribas, masboteus, samaritanos e outros grupos, para demonstrar que o cenário religioso do período estava longe de ser homogêneo. Em seguida, investiga a formação da memória rabínica, a construção da ortodoxia judaica e o papel de textos como a Mishná e o Talmud, confrontando tradições consolidadas com manuscritos, lacunas documentais e disputas de autoridade. A obra também dedica amplo espaço à esperança messiânica no judaísmo antigo, analisando Flávio Josefo, Filon de Alexandria, a tradição samaritana, a leitura karaíta e, sobretudo, os Manuscritos do Mar Morto. Textos como 4Q521, 4Q285, 4Q246, 4Q525, 1QpHab, 1QIsaa e 1QHa são examinados em profundidade para reconstruir um perfil messiânico anterior às formulações teológicas posteriores, sustentando a proposta de uma tradição nasarena primitiva ligada a Qumran e ao universo semítico do século I. No centro do livro está a formulação da Nasirutha como identidade espiritual, histórica e teológica: o Caminho ligado a Yeshua, à Torá, aos profetas e à restauração do Reino em sua dimensão ética, comunitária e messiânica. O autor explora a etimologia e o sentido do termo “nazareno”, o papel da comunidade de Jerusalém, a memória de Tiago, os desposyni, o Evangelho dos Hebreus, a tradição siríaca, as fontes pseudo-clementinas, a conexão com Qumran e até os debates patrísticos sobre nazarenos, nasareanos e ebionitas, especialmente nas refutações dirigidas contra Epifânio. Ao longo de mais de 500 páginas, NASIRUTHA desafia consensos, questiona versões cristalizadas da história e convida o leitor a reconsiderar a relação entre Escritura, tradição, comunidade originária e identidade messiânica. Trata-se de uma obra de confronto intelectual e espiritual, escrita para quem deseja ir além da superfície, revisitar as fontes antigas e encarar, sem medo, as tensões entre memória, poder, religião e Verdade. Mais do que um estudo histórico, este livro se apresenta como um manifesto de retorno às origens e de reconstrução do Caminho que foi fragmentado, silenciado e substituído ao longo do tempo.
Clique aquiHAGADAH MARRANA COMPLETA
Durante séculos, famílias judaico-marranas preservaram em segredo uma tradição litúrgica que unia Torá, Messias e Aliança, transmitida não em academias, mas em casas fechadas, à luz de velas, sob risco de perseguição. "Hagadah Marrana Completa" resgata essa memória oculta e apresenta, de forma organizada e comentada, a celebração da Pessach segundo a tradição judaico-nasarena preservada na Península Ibérica. Nesta obra, o arqueólogo José Ricardo P. Tavares reúne textos litúrgicos, cânticos sefarditas, orações antigas, reconstruções históricas e explicações linguísticas que revelam como a fé foi mantida viva mesmo sob a Inquisição. O leitor encontrará uma celebração completa, com instruções rituais, poesias, hinos, o Pai-Nosso em forma marrana, a Ceia da Aliança Restaurada e comentários que contextualizam cada passagem à luz da tradição hebraica. Mais do que um livro devocional, trata-se de um documento histórico-teológico que dialoga com judaísmo, cristianismo primitivo e marranismo ibérico, preservando o sabor linguístico original do português arcaico transmitido oralmente por gerações. Uma obra para pesquisadores, líderes espirituais e leitores que desejam compreender e praticar uma tradição milenar que sobreviveu escondida, e que agora retorna à luz.
Clique aquiNASIRUTHA: CAMINHO, VERDADE, VIDA, BEM E BELO
Nasirutha é uma jornada espiritual e filosófica da Escola judaica de Hilel (Beit Hilel) a Sabedoria Ancestral e a transcendência da alma. Dividido em várias partes ricas de ensinamentos, este livro une poesia, Lei, mistérios e reflexão para criar uma obra monumental. A Bíblia oficial dos Mushlamim, os seguidores da Nasirutha. A obra abre com profundas revelações do "Mishneh Torah", onde regras e princípios universais de justiça, bênçãos, cidadania e espiritualidade são apresentados como colunas da vida. Adentra-se então no "Mishneh Hasmonaim", um estudo sobre os antigos guerreiros que lutaram para preservar sua fé e legado, ilustrando como a vitória verdadeira nasce do poder Divino. O "Mishneh Hilel" revela a simplicidade e profundidade do ensino oral, exaltando o equilíbrio entre conhecimento e prática, justiça e misericórdia. O leitor é guiado por provérbios sábios, histórias inspiradoras e dilemas éticos que moldam uma vida de propósito e retidão. Com a "Agadta" e o "Zohra" (ou "Zohar" em hebraico), a narrativa se expande para o místico e simbólico, desvendando mistérios do universo, interpretações das Escrituras e um chamado à conexão com Deus. Surahs (capítulos) poéticos abordam temas como justiça, renascimento, gratidão e a Árvore da Vida, cada um sendo uma joia da Sabedoria. Ao longo das páginas, "Nasirutha" evoca questões eternas sobre a vida, o amor, a morte e o papel do ser humano na Criação. É um livro que desafia o intelecto e toca a alma, convidando o leitor a trilhar o Caminho do Bem e do Belo, em busca da Verdade e da Vida. Essa obra não é apenas uma leitura, mas uma experiência transformadora que inspira contemplação, crescimento espiritual e uma nova perspectiva sobre o papel de Deus em nosso mundo. Seja você um estudioso, um buscador ou um amante da sabedoria, "Nasirutha" é um convite para mergulhar nas profundezas da existência e descobrir os tesouros ocultos do Mestre do Universo.
Clique aquiO EVANGELHO DE TOMÉ E O HINO DA PÉROLA (Português, grego, hebraico, aramaico e copta)
Este trabalho possui as versões grega e copta do Evangelho de Tomé juntamente com a tradução para o português e hebraico. Dispõe ainda da versão aramaica do Hino da Pérola e sua tradução para o português e o hebraico. As formas das “logias” apresentadas no texto do Evangelho de Tomé nos faz lembrar da citação de Papias de Hierápolis, Bispo de Hierápolis no primeiro terço do século II, onde ele afirma que o Evangelho Hebraico de Mateus era apenas um conjunto de Logia [Palavras seletas] de Jesus. Sobre o hino da pérola podemos dizer que se trata de um texto ímpar, que nada tem a ver com qualquer texto que já vimos no cristianismo até então. Trata-se de uma leitura para elevação da alma, tanto de vivos quanto daqueles que se foram. Seu corpo textual se assemelha às sutras budistas. Suas origens provêm de uma tradição Judaica, do antigo cristianismo judaico, o judaísmo nazareno do século I d.C, também chamado de ebionismo, um judaísmo cabalístico, que se perdeu em meados do século IV d.C quando a igreja católica passou a perseguir todos aqueles que não estivessem de acordo com seu cânon.
Clique aquiPERIÓDICOS DA CABALÁ VOLUMES 1, 2, E 3
Nestes três volumes denominados por "Periódicos da Cabalá" (Tekufonei ha-Qabalah) coloquei todos os meus estudos de Cabalá (pesquisas, anotações e traduções) que tenho feito desde os meus 14 anos, isto é, já fazem 13 anos que venho estudando Cabalá. Passei a ensinar Cabalá para outras pessoas com 20 anos na cidade de Brasília – DF, Asa Sul. Os artigos deste livro não são denominados por "Periódico" ("Tekufon" como seria em hebraico) sem razão, pois essa é a denominação de trabalhos e artigos científicos feitos na Acadêmia e você também pode iniciar o estudo da Cabalá com esse olhar acadêmico e responsável, desde o nível Peshat (literário) até o nível Sod (espiritual e esotérico). Iniciamos os estudos com uma breve introdução e história da língua hebraica e aramaica. Em seguida, temos o primeiro periódico onde estudamos a origem etimológica, etnográfica, a história e evolução da Cabalá. São 21 periódicos disponibilizados neste primeiro Volume onde você irá se deliciar e se surpreender com todo esse vasto conhecimento que agora está disponibilizado em páginas onde, outrora, era ensinado em cursos presenciais e online sendo o último deles o curso "Cabalá na Prática", com o suporte da empresa Kebook. Boa leitura e estudo.
Clique aquiSEFER YETSIRAH – O LIVRO DA CRIAÇÃO
Ler e traduzir este livro emocionou-me logo no primeiro capítulo, pois a Dimensão das palavras citadas neste livro é profundamente mística e ligada ao próprio ser humano em união com Elohim. Apesar de haver muitas controversas sobre o livro Sefer Yetsirah, de ter sido ou não feito pelo nosso Pai Abraão, não há importância. Pois o autor deste Livro conhecia muito bem os Segredos da Torah e do Universo. Podemos responder qualquer pergunta através dos versos místicos do Sefer Yetsirah de forma arquetípica. É um ótimo meio de conseguir desenvolver novas perspectivas, ideias, caminhos, e conhecimentos ainda desconhecidos. Trago a tradução que vi melhor aos meus irmãos brasileiros, com alguns textos adicionais para que sua identidade Messiânica desperte, na Era da Sabedoria. Obrigado, Razah Ilaáh (Contente-se no Elevado).
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"Muitos de nós, judeus, aprendemos Hebraico apenas para não fazer vergonha ao ler a parashá no dia do Bar-Mitzvá. Baseado em uma longa tradição de dicionários de Hebraico representados mais fortemente pela obra de Rifka Berezzin, o "Guia de Aprendizagem e Conversação" que o leitor tem em mãos é não só um dicionário que apresenta um vocabulário básico de números, calendário, clima e tempo, cores, animais, insetos, frutas, legumes, instrumentos musicais, partes do corpo humano e genealogia mas também, para aqueles que visitam Israel, um guia de dicas do que falar nos lugares, como fazer compras nos diversos tipos de loja e facilidades para usar os transportes, incluindo um detalhado mapa do país. É também um auxílio para (inclusive para os goyim) desenvolver habilidades judaicas de conversa, com amigos e parentes. Seja com Judeus reformistas, conservadores ou ortodoxos, não se impressione se quando estiver usando este guia, no entanto, você seja constantemente interrompido. Quanto mais interrupções, mais entusiástica pode ser a conversa. Três ou quatro pessoas falando com você ao mesmo tempo é a regra em Israel. Não importa como você pronunciará as palavras desse dicionário, de qualquer forma você será corrigido. Frente a isso, não se corrija, ao contrário, aprenda cada vez mais Hebraico a ponto de tornar seus erros excitantes. Esse esforço certamente fará suas relações melhorarem." Daniel Belik
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Tudo começou quando eu tinha doze anos de idade, estudava na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor Orlando Freire, na cidade de Porto-Velho estado de Rondônia, no período vespertino. Quando estava sentado veio um menino de uma turma maior me intimidar, eu fiquei tão acoado a ponto de todos os outros rirem. Aquilo me deixou revoltado, pois além de ser um nerd que sofria bullying diariamente, ainda tinha que aguentar desaforo dos outros... Fiz diversas, milhares de anotações e desenhos demonstrando passo a passo os golpes que eu iria treinar... Então comecei a comprar livros de arte marcial e todos os golpes que me interessavam eu desenhava como uma anotação e repetia no treco e posteriormente num outro treco que eu chamava de "mudjong", o homem de pau. Todos os dias de manhã eu fazia caminhada numa praça perto de casa que é ainda conhecida por "Praça da maconha", mas eu nunca vi alguém fumando por lá... Comecei a estudar defesa-pessoal com uma amiga da minha mãe que era policial cívil, a Ana do Amaral, que me deu algumas aulas de como se livrar de facas e armas... Conheci um professor de Kung Fu que veio de Manaus e era amigo dessa policial, ele se chamava Márcio ou Marcos, enfim, ele me ensinou muitos golpes me deu muitos chutes e socos, devo frizar isso também. Mas me indicou a sair do nível físico da arte para buscar a conhecer o Caminho do Tao… Com o passar dos anos fiz novas amizades e, com esses novos amigos, conheci um "malucão" da cidade Ariquemes, chamado "Lebeco". Ele era karateca, conhecia o Karatê Shotokan e também o Parkour. Outro grande vício meu, Parkour. A coisa foi evoluindo tanto que me tornei o vice-presidente do grupo "Extremo Parkour Solo". Conhecendo novas pessoas e estilos de artes marciais como o Hapkido, Aikido, capoeira, etc., passei a mesclar todas essas artes na minha visão de arte marcial e defesa-pessoal... Com quinze anos de idade, eu já tinha muitas anotações e muitos papéis de tudo o que eu havia estudado e pesquisado. Desde os meus quatorze anos comecei a focar novamente na Cabalá, a filosofia hebraica... Com dezesseis anos me interessei no estudo do Chi, a força da vida. Passei a fazer cursos de massoterapia e tudo que envolvia Feng Shui e budismo. Aquilo tudo me fascinava, pois me lembrava muito a Cabalá. Passaram-se os anos e comecei a estudar mais a fundo as histórias das Artes Marciais. Estava saindo do nível físico e indo para o nível filosófico da arte...
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O EVANGELHO DE TOMÉ EM COPTA
acompanhado dos fragmentos gregos de Oxirrinco
com tradução em hebraico e português
por Rabi José Ricardo P. Tavares
THE GOSPEL OF THOMAS IN COPTIC with the Greek fragments from Oxyrhynchus and translation into Hebrew and Portuguese by Rabbi José Ricardo P. Tavares
הבשורה על־פי תומאס בקופטית בצירוף הקטעים היווניים מאוקסירינכוס עם תרגום לעברית ולפורטוגזית מאת רבי יוסף ריקרדו פ׳ תבורי
Copyright © 2021 José Ricardo P. Tavares
Todos os direitos reservados.
ISBN: 9798480501056
INTRODUÇÃO
Nag Hamadi: Os textos encontrados
Nos anos de 1945 a 1946 foi encontrado no Alto Egito, nas margens do rio Nilo, um enorme cântaro portando uma biblioteca que possuia uma literatura judaico-crista-gnóstica, com escritos em língua copta. Eram mais de 52 obras do cristianismo primitivo cuja as datações estão entre o século II a IV d.C (OTERO, 2005, p. 367).
Dentre as obras encontradas estava o texto do Evangelho de Tomé, em copta. O texto estava encadernado no mesmo códice que continha também o Evangelho de Felipe, também em copta. Apesar de ambos os textos estarem em copta os estudiosos argumentam que eles tenham sido originalmente composto em grego, provavelmente no final do século II d.C (KING, 2013, p. 5). Tal argumento surgiu devido as descobertas dos papiros encontrados em Oxyrhynchus que continham fragmentos de um texto do Evangelho de Tomé em grego, o mesmo que estava no códice onde se encontra o Evangelho de Felipe. Tais papiros de Oxyrhynchus (P. Oxy. 1; P. Oxy. 654; P. Oxy. 655) foram datados do ano 100 a 120 d.C (VALANTASIS, 1997, p. 12).
No mesmo cântaro onde foram encontrados a coleção da biblioteca de Nag Hammadi, estavam partes do texto de Pistis Sophia. O meio intelectual que se encontrava esses textos era o da chamada "escola oriental" do cristianismo valentiniano. Embora haja semelhança textual entre o Evangelho de Felipe e o Evangelho de Tomé, os estudiosos estão divididos se o Evangelho de Felipe é realmente um discurso a parte ou uma coleção de ditos valentinianos (PERKINS, 1993, p. 184). Realmente o Evangelho de Tomé e de Felipe são textos que revelam algumas conexões com os escritos cristãos primitivos. É uma série de logias ou enunciados sentenciosos, a maioria deles aparentemente citações e trechos de escritos perdidos, sem qualquer tentativa de um contexto narrativo. Os estudiosos debatem se o idioma original de ambos os textos era siríaco ou grego. Já Wesley W. Isenberg, coloca sua provável origem na Síria. Por essa razão alguns estudiosos indicam que esses textos, originalmente, tinha algumas conexões com os escritos cristãos primitivos.
Algumas passagens do Evangelho de Felipe, por exemplo, são intrigantes, onde nos mostram um Jesus em um relacionamento íntimo com uma de suas discípulas, a saber, Maria Magdalena. Além de outros textos como o próprio Evangelho de Tomé e Pistis Sophia que dão lugar de destaque para Maria Magdalena.
James Tabor, professor de judaísmo antigo e cristianismo primitivo na Universidade da Carolina do Norte descreve no seu livro, "A Dinastia de Jesus" (The Jesus Dynasty), que o movimento de Jesus chamado de "Nazarenos" ou "O Caminho" era um movimento dinástico Davídico com o intuito de derrubar o domínio de Herodes Antipas, o edomita, e que tal movimento foi gradualmente segregado e desconstruído pelo ponto de vista de Paulo de Tarso, formando então o atual "cristianismo" totalmente gentílico. Os líderes, segundo as evidências históricas dispostas no livro de Tabor, eram Simão o Zelote, chamado o filho de Clopas, Tiago, o Justo, filho de Alfeu (Clopas em hebraico) e Judas Tomé, todos irmãos de Jesus por parte de mãe visto que, após a morte de José, Maria se casa com seu o irmão mais novo Alfeu também chamado Clopas como também mencionado, de uma forma indireta, pelo pai da igreja Epifânio de Salamina.
Tabor também diz que houve, já no proto-cristianismo gentílico, uma tentativa de silenciar o papel da mulher e da família de Jesus na Comunidade dos primeiros fiéis. No entanto, isso não ocorre nos textos apócrifos, como é o caso do Evangelho de Tomé, de Felipe e o Pistis Sophia, entre outros. No Evangelho de Tomé, na Logia 114, temos uma passagem que diz:
E disse-lhes Simão Pedro: Saia daqui Mariam, pois as mulheres não são dignas da Vida! E disse Jesus: Olha, pois conduzindo a conduzirei para fazê-la por macho! Para que ela também seja uma inspiração viva e semelhante a vocês machos. Pois toda mulher que se fizer por macho entrará no Reino dos Céus.
Nas Homílias de Pistis Sophia, Palavra grega cuja tradução é "Sabedoria da Fé", Maria de Magdala recebe papel de destaque entre os discípulos. Eis uma das várias passagens referentes a ela no texto:
... Ao terminar de dizer estas palavras a Jesus em meio aos discípulos, Maria acrescentou: "Meu Senhor, esta é a interpretação do mistério do arrependimento de Pistis Sophia." Quando Jesus ouviu essas palavras de Maria, disse-lhe: "Excelente, Maria, abençoada, a plenitude, ou a plenitude de toda bênção, tu que serás abençoada por todas as gerações... Pedro adiantou-se e disse a Jesus: "Meu Senhor, nós não podemos agüentar esta mulher, pois ela tira a nossa oportunidade e não deixa nenhum de nós falar, tendo falado várias vezes." Jesus responde, dizendo a seus discípulos: "Aquele em quem o poder de seu Espírito tiver aflorado, para que compreenda o que digo, adiante-se e fale. (Pistis Sophia Livro 1:34,37 tradução de Raul Branco, 1997).
Em todo o texto de Pistis Sophia Maria Magdalena, ganha destaque e é quase sempre o discipulo que mais consegue oportunidades para perguntar e responder as perguntas de Jesus entre os outros discípulos e sempre é elogiada por ele por responder muito bem suas perguntas. Já intitulado Evangelho de Maria Magdalena, um texto também encontrado na Biblioteca de Nag Hammadi, Maria é o discipulo que recebeu ensinamentos secretos de Jesus que nem mesmo os discípulos mais próximos receberam e, novamente, ela é atacada verbalmente por Simão Pedro. Levi o repreende dizendo que “se ele a preferiu do que a eles, quem seria ele a questionar o Senhor?”.
Alguns apologistas cristãos também argumentam, dizendo: “Os textos apócrifos não são confiáveis, pois são datados do século II a III d.C”. Ora, todos os papiros do Novo Testamento também são datados do século II a III d.C e os textos completos (Majoritários) são do século V a VI d.C! Se seguirmos essa visão concluiremos que nenhum texto, nem apócrifo e nem canônico, é confiável!
O evangelho de Tomé e o Hino da Pérola
O título “evangelho de Tomé” é posterior ao corpo textual, e é mais correto o denominarmos de “Logia Iesu” (“sentenças de Jesus” em latim) ou “Imrot Yeshua” (“sentenças de Jesus” em hebraico), pois são apenas sentenças seletas que visam fazer o leitor abrir sua mente para adentrar no Pardes (paraíso). São 114 sentenças sem enredo ou conexão com os demais:
El que busque en este «evangelio» una trama narrativa, tan corriente en otros apócrifos, se llevará una gran desilusión: 114 sentencias o «dichos» (= logia), yuxtapuestos sin un orden concreto y encabezados la mayor parte por el estribillo «Dijo Jesús», es todo lo que ofrece el texto. Su autoría queda bien clara desde el primer momento, ya que el título reza: «Éstas son las palabras secretas que pronunció Jesús el Viviente y que Didimo Judas Tomás consignó por escrito». Y para mayor abundamiento se lee al final el siguiente colofón: «Evangelio según Tomás». Lo cual no tiene nada de extraño, dada la conocida predilección de los gnósticos por Tomás, el Dídimo (= mellizo), como principal depositario de los secretos de Jesús. (OTERO, 2005, p. 369).
As formas das “logias” apresentadas no texto do Evangelho de Tomé nos faz lembrar da citação de Papias de Hierápolis, Bispo de Hierápolis no primeiro terço do século II, onde ele afirma que o Evangelho Hebraico de Mateus era apenas um conjunto de Logia [Palavras seletas] de Jesus, dizendo:
"Mateus organizou as sentenças [Λογῐ́ᾱ] em língua hebraica, mas cada um as traduzia como melhor podia." (FISCHER, 2002, p. 74)
Observe que, na citação de Papias, o Apóstolo Mateus organizou um livro repleto de sentenças de Jesus, que nos faz lembrar da forma como os livros judaicos e orientais são construídos. Apenas ensinamentos e muito pouca informação da pessoa em si, como vemos no livro do Zohar, Talmud, Sefer HaBahir, etc. Aqui Podemos inferir que, o Evangelho de Tomé, assim como os outros evangelhos ditos como “sinóticos”, são essas traduções onde “cada um traduzia como melhor podia”. Então, isso significa que temos em mãos um texto que não passou por adulterações póstumas nas mãos dos escribas da igreja católica, como e o caso dos textos do Novo Testamento.
O presente trabalho visa trazer o texto do Evangelho de Tomé nos seus idiomas nos quais o texto foi encontrado: o Copta e o Grego. Além disso, me dispus a traduzir o texto não somente em português, mas também em hebraico. O mesmo fiz com o texto do Hino da Pérola, o qual, pertence ao corpo textual do livro “Atos de Tomé” em aramaico siríaco.
Sobre o hino da pérola podemos dizer que se trata de um texto impar, que nada tem a ver com qualquer texto que já vimos no cristianismo até então. Trata-se de uma leitura para elevação da alma, tanto de vivos quanto aqueles que se foram. Seu corpo textual se assemelha às sutras budistas. Sutra, em aramaico “Tzurta”, em hebraico “Tzurah” e em árabe “Surah” ou “Surata” – que significa “forma”, “caminho” ou “norma”. Já no aramaico siríaco, o hino na Pérola se apresenta como ܡܰܕܪܳܫܳܐ ܕܡܰܪܓ݁ܳܢܺܝܬ݂ܳܐ “madrasha de-marganita” (O Hino da Pérola).
O hino aparenta ser de origem persa, pois possui diversas palavras persas aramaizadas. O hino indica indiretamente que a criança do hino é de um Reino distante do Oriente, que nos faz pensar se é do atual Nepal, China, Coréia ou Japão apesar de ser mais provável que ele seja persa. Suas origens provém de uma tradição Judaica, do antigo cristianismo judaico, o judaismo nazareno do século I d.C também chamado de ebionismo. Um judaísmo cabalístico que se perdeu até meados do século IV d.C, quando a igreja católica passou a perseguir todos aqueles que não estivessem de acordo com o seu cânon, ou até o século XI.
YS, YHS e YSAH – Os monogramas do nome Jesus
Nos textos de Nag Hamadi e Oxyrhynchus, o nome de Jesus é apresentado pelos monogramas “YS”, em copta, e “YHS”, em grego. Se pronunciamos YS e YHS, nos lembra o nome “Issa”, a forma árabe muçulmana de chamar a Jesus. Coincidentemente, em antigos livros do Sidur, livro judaico de orações, encontramos uma passagem um tanto estranha que diz: “Yeshua Sar Hapanim” – Jesus, o Príncipe das Faces (Figura 1). Se pegarmos as letras iniciais de “Yeshua Sar Hapanim” temos “YSH”, onde podemos vocalizar por “Ysah”. Por essa razão, tomei a decisão de, ao invés de traduzir YS e YHS por Jesus, passar para o português e hebraico o monograma Ysah.
Desejo que vocês apreciem o conteúdo e que ele possa ajudar na sua eterna busca a andar no Caminho da Verdade.
J. R. P. T
בעברית שם ישו''ע הוא ''יִשָׂ''ה'' של ''ישוע שר הפנים''
Índice
Seções iniciais
Sentenças
SENTENÇA 1 – אימרה א
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 2 – אימרה ב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 3 – אימרה ג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 4 – אימרה ד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 5 – אימרה ה
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 6 – אימרה ו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 7 – אימרה ז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 8 – אימרה ח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 9 – אימרה ט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 10 – אימרה י
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 11 – אימרה יא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 12 – אימרה יב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 13 – אימרה יג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 14 – אימרה יד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 15 – אימרה טו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 16 – אימרה טז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 17 – אימרה יז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 18 – אימרה יח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 19 – אימרה יט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 20 – אימרה כ
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 21 – אימרה כא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 22 – אימרה כב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 23 – אימרה כג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 24 – אימרה כד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 25 – אימרה כה
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 26 – אימרה כו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 27 – אימרה כז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 28 – אימרה כח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 29 – אימרה כט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 30 – אימרה ל
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 31 – אימרה לא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 32 – אימרה לב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 33 – אימרה לג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 34 – אימרה לד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 35 – אימרה לה
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 36 – אימרה לו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 37 – אימרה לז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 38 – אימרה לח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 39 – אימרה לט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Versão Grega: Papiro Oxyrhynchus 654, 1, 655
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 40 – אימרה מ
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 41 – אימרה מא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 42 – אימרה מב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 43 – אימרה מג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 44 – אימרה מד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 45 – אימרה מה
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 46 – אימרה מו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 47 – אימרה מז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 48 – אימרה מח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 49 – אימרה מט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 50 – אימרה נ
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 51 – אימרה נא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 52 – אימרה נב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 53 – אימרה נג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 54 – אימרה נד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 55 – אימרה נה
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 56 – אימרה נו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 57 – אימרה נז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 58 – אימרה נח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 59 – אימרה נט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 60 – אימרה ס
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 61 – אימרה סא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 62 – אימרה סב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 63 – אימרה סג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 64 – אימרה סד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 65 – אימרה סה
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 66 – אימרה סו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 67 – אימרה סז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 68 – אימרה סח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 69 – אימרה סט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 70 – אימרה ע
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 71 – אימרה עא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 72 – אימרה עב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 73 – אימרה עג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 74 – אימרה עד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 75 – אימרה עה
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 76 – אימרה עו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 77 – אימרה עז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 78 – אימרה עח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 79 – אימרה עט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 80 – אימרה פ
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 81 – אימרה פא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 82 – אימרה פב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 83 – אימרה פג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 84 – אימרה פד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 85 – אימרה פה
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 86 – אימרה פו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 87 – אימרה פז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 88 – אימרה פח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 89 – אימרה פט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 90 – אימרה צ
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 91 – אימרה צא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 92 – אימרה צב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 93 – אימרה צג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 94 – אימרה צד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 95 – אימרה צה
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 96 – אימרה צו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 97 – אימרה צז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 98 – אימרה צח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 99 – אימרה צט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 100 – אימרה ק
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 101 – אימרה קא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 102 – אימרה קב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 103 – אימרה קג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 104 – אימרה קד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 105 – אימרה קה
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 106 – אימרה קו
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 107 – אימרה קז
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 108 – אימרה קח
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 109 – אימרה קט
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 110 – אימרה קי
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 111 – אימרה קיא
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 112 – אימרה קיב
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 113 – אימרה קיג
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
SENTENÇA 114 – אימרה קיד
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
Colofão
Versão Copta: Codex II, Biblioteca de Nag Hamadi
Tradução hebraica: tradutor J. R. P. T
Tradução em português: tradutor J. R. P. T
Evangelho de Felipe
Evangelho segundo Felipe
Texto completo organizado em paralelo, com o verso em copta ao lado do verso em português, para leitura, estudo e consulta.
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Hino da Pérola
Texto completo em aramaico e português, organizado em paralelos para leitura, estudo e contemplação.
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Epístola de Pedro a Tiago
Sinagogas
Marcelo M. Silva é Karuza (Arauto/Preletor) autorizado da Nasirutha, com atuação na região de Santa Catarina. Recebeu sua Semikhah com assinatura oficial do Rabi Mor da Nasirutha, J. Ricardo P. Tavares (Iosse bar Hamnuna Saba). Para celebrações de Shabat, festas judaicas ou rituais conforme a Nasirutha, entre em contato pelo WhatsApp: +55 47 98438-2570.
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